Toda noiva quando começa a sonhar com o “grande dia” uma das primeiras visões é a do vestido. Indiscutivelmente o “sonhar” não tem limite, mas toda noiva tem percepção muito clara do tipo de vestido que ela gostaria de usar.

Ao longo do tempo, até chegar a hora do grande dia muitos lançamentos com os mais variados modelos surgirão, o que poderá suscitar dúvidas ou oferecer à noiva outras opções que a façam mudar de opinião com relação ao vestido “criado em sua saudável fantasia”.

A moda é extremamente dinâmica e seu lado positivo é oferecer às noivas modelos que consigam “abalar” a determinação da mesmas vistas as inúmeras alternativas apresentadas.

Porém, pessoas que cercam a noiva seja por amizade, parentesco ou assessoria, na mais nobre intenção de colaborar, as vezes tentam influenciar na escolha do vestido, se esquecendo de levar em conta o lado emocional que envolve uma noiva no momento de escolher o vestido.

Nos dias atuais o fator econômico sem nenhuma dúvida pesa na decisão e, neste sentido, somado ao desejo da assertividade em escolher o vestido que tenha uma boa relação “custo x benefício” muitas vezes a noiva abre mão de usar o vestido dos sonhos em detrimento ao custo.

É olhando por esse ângulo que as pessoas que assessoram a noiva não rara às vezes induzem a mesma a decidir somente ponderando sobre o custo.  

No entanto, estas “assessoras” não levam em consideração que a “dona” do sonho é a noiva, se esquecendo de valorizar a satisfação e as respectivas necessidades psicológicas e emocionais da noiva que, em suma, são os sentimentos preponderantes neste momento especial da vida da noiva.

Portanto, é um privilégio para a noiva contar com pessoas que só desejam o melhor para ela, mas ninguém mais do que a própria noiva sabe o que ela quer usar independente de moda e custo. Uma forma de mostrar apreço e carinho para com a “cliente, amiga ou parente” é deixar que a palavra final seja da noiva.

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